Vou passar as coisas a limpo em outro lugar.
Estarei por aqui: http://leticianunes.wordpress.com/
Vejo vocês por lá (:
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 11 de novembro de 2008

Aquilo estava preso por ali fazia muito tempo. Ela só queria dizer que. Mas ele não parava de falar. Abriu uma brecha, é a hora de contar que. Ele começou de novo. É agora, a única coisa que ela deveria fazer era. Tudo interrompe. Eu sei, ela sabe, ela nunca vai conseguir contar que.
Foto: Letícia Nunes.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Estupro qualquer disco novo que caia nas minhas mãos até tirar tudo o que podem me oferecer de agradável, um mês depois são jogados na estante empoeirada junto com as vítimas passadas e ficam lá até se tornarem discos esquecidos e novos novamente. Novamente novos nova mente mente nova.
Foto: Letícia Nunes.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
quarta-feira, 9 de abril de 2008
quinta-feira, 3 de abril de 2008
segunda-feira, 31 de março de 2008
terça-feira, 11 de março de 2008
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
sábado, 23 de fevereiro de 2008
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

O mundo sem o som do mundo. Quando passei ela esperneava como se enfiassem alfinetes enferrujados em seus olhos. A única coisa que eu conseguia ouvir era a voz do Chico Buarque. Continuei andando, mas não escutar os gritos de desespero me incomodava. Sentia uma vontade de gritar até a garganta arder, como se ela pudesse ter me passado um pouco daquela dor.
E eu gritei sem saber bem o porquê.
Foto: Letícia Nunes
domingo, 17 de fevereiro de 2008
sábado, 16 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Para começar

Ultimamente ando anotando coisas que me passam pela cabeça em qualquer pedaço de papel, nada muito grande, às vezes só uma frase, mas que descrevem a exata situação vivida naqueles segundos. Para a minha eterna alegria, fui abençoada com um dom de perder as coisas 10 vezes maior do que qualquer um de vocês. A intenção do blog é poder deixar as coisas que eu escrevo longe do alcance das minhas mãos, assim eu não posso amassar e jogar fora junto com notas fiscais ou usar como marcador de livro. Gosto de brincar com a minha memória, pretendo não citar nomes nem escrever a data de quando anotei no papel de verdade, só pra poder forçar a memória até enxergar aquele momento em que pensei que deveria escrever tal coisa. A pretensão era ter um arquivo pessoal de pensamentos que não valem nada, mas visitas serão bem-vindas, afinal estamos na internet e a coisa mais estúpida seria fazer um blog privado. Enfim, fim.
Foto: Letícia Nunes, lápis de cor do atelier.
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